Perguntas Olissiponenses (1)

Que efeitos práticos houve do Protocolo entre a CML e a Antral “com vista à emissão de licença temporária e à isenção do pagamento de taxas municipais, no âmbito do projeto experimental de utilização de um veículo híbrido no transporte em táxi”? Onde está o “veículo híbrido” disponibilizado por uma marca automóvel a um titular de licença de táxi indicado pela Antral? Onde está a concretização por parte da autarquia dos prometidos “incentivos económicos, nomeadamente isentando do pagamento das taxas devidas pela substituição das licenças e pela publicidade a realizar no veículo híbrido”?

Qual foi a racionalidade económica por parte do executivo camarário e a da maioria na AML (A favor PS, PCP, PEV e 5IND, votos contra de BE e MPT e abstenções de PSD e CDS-PP) ao aprovar a aquisição de serviços de assistência técnica às viaturas municipais por 615 mil euros (de 2013 a 2015)? Porque não prefere a autarquia recorrer aos meios internos da CML e poupando assim – pelo menos – metade desse valor?

Cada vez mais se vêm consumidores de álcool nas ruas, às portas de cafés e bares, desfeando as nossas ruas com lixo, copos e garrafas, perante a inércia dos serviços camarários. Até quando?

Qual é a solução que a autarquia lisboeta espera dar ao problema do consumo e venda de álcool em estabelecimentos comerciais DEPOIS da sua hora “formal” de fecho e sem portas abertas?

Em que medida a extinção da EPUL serve os interesses do Lobby da Construção Civil?
Existe uma notória (e positiva) multiplicação de esplanadas e quiosques um pouco por toda a Lisboa: mas quantas destas esplanadas carecem que qualidade estética e respeitam os limites legais? Qual é a ação da Polícia Municipal? O que tem feito a CML a este respeito?

Porque não faz a Polícia Municipal a devida fiscalização dos frequentes abusos de colocação de publicidade no exterior de muitos espaços comerciais lisboetas?
Porque deixou a CML chegar a calçada portuguesa – uma das “marcas” de Lisboa – chegar ao presente estado de degradação e abandono? Para quando a formação de uma “escola de calceteiros”?

O que fez a CML para aumentar a segurança na Tapada das Necessidades, onde recentemente ocorreu um trágico crime de violação?
Confirma-se que na Encosta do Convento da Graça está previsto o abate de árvores para que se possa construir um “parque” (!) Neste local?

Porque é que – volvidos dois anos anos desde a assinatura do protocolo entre a CML e a SEC – nada se fez para recuperar esse jardim lisboeta?

Qual é a situação do abandonado Restaurante Panorâmico de Monsanto e o que pensa fazer a CML a este respeito?

Porque continua a funcionar o ilegal Clube de Tiro de Monsanto? Porque está inerte a CML a este respeito?

Os abates de árvores que ocorrem um pouco por toda a cidade (Príncipe Real, Jardim Cesário Verde, etc) ocorrem sempre em último recurso, ouvindo todos os interessados? Ou ocorrem antes de forma arbitrária e nem sempre devidamente justificada?

Para quando a tão aguardada (há mais de seis anos!) Recuperação da Quinta da Nossa Senhora da Paz?

Porque destruiu a CML os históricos candeeiros de marmorite do Bairro do Areeiro, do período modernista? Porque foram substituídos por candeeiros de dúbia estética?

Porque é que no Parque Silva Porto foram destruídos os bebedouros desenhados por Keil do Amaral?

É evidente para todos os lisboetas (excepto talvez alguns que pertencem ao executivo municipal ou às cores do poder…) que nunca a limpeza urbana foi tão deficiente. O que conta a autarquia fazer a este respeito?

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